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Economia de Comunhão
uma nova cultura
revista dirigida por Alberto Ferrucci

Periódico quadrimestral que surgiu para unir todos os que aderem ao projeto de Chiara Lubich para uma economia de comunhão na liberdade.

Edc34_cover_it_rid_modUma economia para pessoas que se realizam na relacionalidade, em vez de no egoísmo racional, baseada – mais do que numa luta para prevalecer – num “compromisso de crescerem juntas”, arriscando recursos econômicos, criatividade e talentos, para partilhar a cultura do dar do Evangelho.

Cultura do dar que se mostra cada vez mais fundamental para orientar a humanidade no século XX, à procura de novos caminhos para enfrentar o desafio ambiental e evitar novas atrocidades entre os homens causadas pela globalização da economia.

EdC n. 34 baixe o noticiário (italiano) em formato de impressão

veja também: documenti PDF/notiziario EdC (arquivos PDF, n°20 até hoje)

Uma compilação dos artigos mais importantes dos primeiros 10 anos e 20 edições do Noticiário “Economia de Comunhão - Uma nova cultura" (desde 1994 a 2004) constitui o No. 1  de “Cadernos de Economia de Comunhãoiconjá disponível online.

EdC e o aquecimento global

As atividades das nossas empresas contribuem para a proteção ou degradação do meio ambiente? 

por Lorna GoldN43 pag 09 Lorna Gold autore rid

O aquecimento global representa um novo contexto crítico para a Economia de Comunhão que olha para o futuro. Quando Chiara Lubich lançou a EdC em 1991, cientistas e governantes ainda discutiam a possibilidade de existir o aquecimento global: a desigualdade social e econômica eram primordiais ao meio ambiente. Hoje a situação mudou: é evidente que o aquecimento global está em curso e todos os setores da economia e da sociedade estão de frente a urgência de encontrar soluções para este problema. O Papa Francisco, na Encíclica Laudato sí enfatiza como a crise ambiental está atrelada com a social e econômica: os pobres e mais os vulneráveis são os primeiros a sofrer com a degradação ambiental. 

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A governança compartilhada e os princípios de base da EdC

O que significa a expressão: dar os três terços? Mais do que ser uma das práticas específicas, o que importa é o “porquê” e o “como” são vividas.

por Anouk GrevinN43 pag 08 Anouk Grevin Autore rid

da "Economia de Comunhão - uma cultura nova" n.43

Na Ásia, onde poucas foram as ocasiões onde se ouviu falar da Economia de Comunhão depois de 1991, existiam muitas questões em aberto. De fato, a EdC requer partilha dos três terços? Foi importantíssimo o momento no qual pudemos dialogar. Chiara Lubich em 1991 deu-nos uma meta, mas sem dizer, porém, como atingi-la. Partindo dos três objetivos indicados por ela – ajudar os irmãos que necessitam, difundir a cultura da comunhão e investir na empresa para poder oferecer mais postos de trabalho – cada um deve encontrar em seguida, o próprio modo para concretizá-los.

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O sabor da comunhão numa confeitaria da Coreia do Sul

Empresa de restaurante com 363 funcionários, iniciou como uma pequena padaria produzindo pão cozido no vapor.

por Kim Mi Jin

N43 pag 06 07 Sungsimdang 07

Sungsimdang é uma palavra coreana que significa “Sagrado Coração” e dá nome a uma das padarias mais tradicionais da Coreia do Sul. Localizada em Daejeon, cidade com 1,5 milhão de habitantes, a 170 quilômetros da capital, Seoul, a confeitaria é nacionalmente conhecida pelos deliciosos quitutes artesanais inspirados na gastronomia ocidental. A qualidade da Sungsimdang lhe rendeu uma referência no Guia Michelin, o mais importante guia turístico do mundo.

Mas os consumidores não são os únicos que experimentam um sabor diferente ao visitar a confeitaria. Empregados, habitantes de Daejeon e até mendigos sentem ali o gostinho de um negócio
fundamentado na cultura da comunhão, cujas raízes são de longa data.

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A nova bomba de Nairóbi

Editorial

por Alberto Ferrucci

de  "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.41 - Encarte/Separata da revista Città Nuova n.13/14 - 2015 - julho 2015

Tendo deixado a comissão central de EdC para assumir novas funções a serviço da Obra de N41 Pag03 Alberto Ferrucci Autore ridMaria e da Igreja, no encerramento do congresso do qual foi a alma e a inspiradora, Geneviève Sanze nos confiou: «Não temo mais que a economia de comunhão se esgote, porque ela já se tornou cultura: por estas trezentas pessoas que chegaram aqui do mundo todo, a economia de comunhão demonstra que é uma forma de vida».
O congresso de Nairóbi foi tão especial que fez Maria Voce dizer, ela que o abriu com uma mensagem na qual usou a expressão dos brasileiros no primeiro anúncio de 1991, que em Nairóbi explodiu uma nova bomba.

Os empresários e pesquisadores de EdC foram para Nairóbi superando o mal-estar de longas viagens, situações ambientais incomuns e o temor de ações terroristas que induziu o deslocamento do congresso para a cidadela do Movimento; e foi lá que receberam o dom de encontrar muitos jovens africanos, guiados pelos empresários da comissão panafricana, que foram para a escola que precedeu o congresso, alguns com viagens de vários dias, trazendo os seus sonhos a serem realizados através de uma nova economia.

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Criativos. Pelo outro

Mudar as coisas tendo atenção com a pessoa, uma por vez

por Alberto Sturla

de "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.41 - Encarte/separata da revista Città Nuova n.13/14 - 2015 - julho 2015

N41 Pag04 Alberto Sturla ridEntre os dias 26 e 31 de maio deste ano, tive a oportunidade de participar do quinto congresso internacional de Economia de Comunhão. Eu me inseri nos trabalhos como um simples curioso, mas enquanto escrevo percebo que, de fato, era justo que alguém representasse a Ligúria, região da qual provenho e que acolhe algumas realidades da EdC significativas em nível nacional e internacional.

Em primeiro lugar, foi fascinante experimentar a diversidade das empresas aderentes: desde a sociedade anônima até a pequena empresa agrícola, do banco à papelaria. Não existem dimensões econômicas mínimas para a EdC. Trata-se de uma "vocação" que compromete o empreendedor lá onde ele se encontra, com os meios que tem a disposição. A esta diversidade estrutural acrescenta-se a criativa, com a qual se exprime o empenho para com os pobres e a comunidade. Vê-se como os empresários não interpretam este empenho de maneira uniforme, mas o praticam de forma original conforme os contextos.

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Ubuntu igual a compartilhar

A cultura de comunhão nos ajuda a olhar ao nosso redor, sem ficar fechados em nossa pobreza

por Geneviève A. M. Sanze

de "Economia di Comunione - uma nova cultura" n.41 - Encarte/separata da revista Città Nuova n.13/14 - 2015 - julho 2015

N41 Pag 05 Genevieve Sanze Autore rid dx«Eu sou aquilo que sou em virtude daquilo que todos, sem excluir ninguém, somos»
Um antropólogo propôs um jogo para as crianças de uma tribo da África do Sul. Colocou um cesto de frutas perto de uma árvore e disse aos meninos que o primeiro que chegasse ganharia todas as frutas. Ao ouvir o seu sinal, todas as crianças saíram contemporaneamente... segurando nas mãos umas das outras! Depois se sentaram para curtir a recompensa deles. Quando o antropólogo perguntou-lhes porque tinham feito dessa forma, responderam Ubuntu, ou seja: como é que um de nós pode ser feliz se outros estiverem tristes?

Esta tendência à solidariedade comunitária exprime a essência da cultura africana. Somos capazes de compartilhar alegria, sofrimento, bens, dificuldades. Mesmo se o indivíduo pode ter um papel significativo, não existe espaço para o individualismo egoísta. Este pode ser o dom do nosso continente para a humanidade, para a sociedade moderna global, hoje marcada pelo egoísmo, medo do outro, tendência a se fechar.

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Vida da comunidade de Glolé

Um dia nos perguntamos o que fazer pela nossa pequena aldeia. Eu via que a Palavra de vida vivida poderia me dar algumas diretivas…

por Gilbert Gba Zio

de "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.41 - Encarte/separata da revista Città Nuova n.13/14 - 2015 - julho 2015

N41 Pag 06 Gilbert Gba Zio Autore ridMoro na Costa do Marfim numa aldeia que se chama Glolé. Quando terminei os estudos, senti dentro de mim um chamado de Deus. Como eu não entendia os passos que tinha que dar, ia sempre na igreja para ouvir a palavra de Deus que me pedia para fazer algo. Mas o que? Durante esta busca conheci o Movimento dos Focolares.
Eu, que não conseguia concluir nada, entendi a certa altura que era preciso tomar uma decisão na vida. Via que a Palavra de vida vivida poderia me dar algumas diretivas. Graças a esta nova vida do Evangelho, casei-me na igreja com Martine, junto com outros oito casais. A festa foi maravilhosa!

Assim, formou-se um pequeno grupo e nos reuníamos com frequência para fortalecer os nossos laços de comunhão.

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Por uma economia africana fiel à sua vocação

Trechos da mensagem para o congresso de Nairóbi

por Maria Voce

de "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.41 - Encarte/separata da revista Città Nuova n.13/14 - 2015 - julho 2015

"Estou profundamente feliz em ver que o quinto Congresso Mundial da Economia deN41 Pag 08 Maria Voce Autore rid dx Comunhão é feito na África... As várias culturas africanas possuem um próprio caminho para a economia e o trabalho, muito ligados à vocação da África de viver em comunidade e de partilhar. Convido-os a aprofundar juntos a sua e nossa vocação comunitária também em campo econômico para que se desenvolva uma economia africana realmente fiel à sua vocação antiga e profunda, isto é, capaz de conjugar espírito empresarial e partilha, logo, economia e comunhão.

Sendo a EdC expressão do carisma do Movimento dos Focolares, inclusive hoje ela se enriquece mobilizando-se junto com todo o Movimento, da recente Assembleia Geral, emergiram alguns princípios de ação para os próximos anos, que a meu ver são muito adequados para a EdC.

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Aprendamos a ver a árvore que cresce

Existem mais inovações do que aquelas que nós vemos. Temos que acompanhá-las durante o florescimento 

por Luigino Bruni

de "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.41 - Encarte/separata da revista Città Nuova n.13/14 - 2015 - julho 2015

N41 Pag 09 Luigino Bruni Autore ridPara este congresso em Nairóbi escolhemos a palavra “generatividade”. Gerar está ligado à uma palavra econômica importante: inovação. Nem todos sabem que inovação é uma palavra da botânica. Ela é usada para os brotos e os novos ramos. As inovações precisam de raízes, bom terreno e uma planta viva. São vidas que florescem, generatividade em ação. E aquelas inovações que se transformam em alimentos, jardins, parques, precisam também do trabalho e da paciência do agricultor ou do jardineiro, que as acompanha e socorre. É assim que o broto torna-se flor, a videira produz vinho bom, o pé de figo volta a gerar frutos após anos de esterilidade, e não morre.

Para entender o que está acontecendo com a nossa economia e sociedade, teríamos que retomar o significado botânico do termo inovação.

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Juntos os sonhos se realizam

170 jovens de 25 países na primeira escola EdC Pan-africana (Nairóbi 22-26 de maio de 2015)

por Anouk Grevin

de "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.41 - Encarte/separata da revista Città Nuova n.13/14 - 2015 - julho 2015

Através de muitos sinais entendemos que seria, realmente, uma escola especial: vimos N41 Pag 10 Anouk Grevin Autore ridaumentar as inscrições, sem podermos conter nem o numero máximo de participantes («ninguém pode perder tal oportunidade», dizíamos), nem a idade de quem se inscrevia («na África a idade não conta»). Alguns enfrentarem até quatro dias viajando de ônibus para participar. Vimos chegarem jovens sedentos de esperança para as suas terras e desejosos de se formarem seriamente para se tornarem, por sua vez, “apóstolos da EdC”.
Apesar do número dos participantes, nós nos sentimos logo uma única família. A escola se transformou num laboratório, um espaço de diálogo e de trabalho sobre os projetos dos jovens e sobre os desafios da África.

Desde o primeiro dia, um painel com sete jovens africanos nos fez entrar nas problemáticas deste continente, colocando em luz as potencialidades e as riquezas das culturas africanas.

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logo_edc_benv A Economia de Comunhão (EdC) é um movimento que envolve empresários, empresas, associações, instituições econômicas, mas também trabalhadores, gestores, consumidores, poupadores, pesquisadores, operadores econômicos, pobres, cidadãos, famílias. Foi fundada por Chiara Lubich em maio de 1991 em São Paulo, no Brasil.
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