90.jpgpublicações relatório Edc

O primeiro "Relatório sobre a destinação dos lucros de Economia de Comunhão" é datado de 2008: desde então, todos os anos sai o "Relatório Edc": os dados sobre a destinação dos lucros, sobre as empresas, sobre a Cultura de Comunhão, as perspectivas para o futuro... Nesta sessão estão disponíveis os vários "Relatórios" desde 2008 até hoje.

Negociar o talento da comunhão

Empresários e trabalhadores ofereceram tempo, capacidade profissional e recursos para fazer nascer novas empresas. É uma primeira resposta aos apelos do Papa Francisco para uma economia que não esquece os pobres

por Alberto Ferrucci

do Relatório EdC 2014-2015, sobre "Economia de Comunhão- uma nova cultura" n.42 

N42 Pag 03 Alberto Ferrucci AutoreA Economia de Comunhão atingiu a marca dos 25 anos. Essa nasceu na verdade em 1943, de uma intuição da ainda jovem Chiara Lubich ao ler o Evangelho enquanto estava nos abrigos sob os bombardeios: podia responder ao imenso amor de Deus por ela, no tempo, talvez breve, de vida que lhe restava,derramando o seu amor sobre os que estavam ao seu redor, aterrorizados e inseguros, em particular os mais vulneráveis, os que sofriam e estavam sozinhos.

Ainda hoje, infelizmente, existem pessoas aterrorizadas pelas bombas: o eco de seus  tormentos nos chega através dos meios de comunicação - nas palavras daqueles que fugiram depois de terem perdido tudo -  e nos corpos abandonados, espalhados pelas praias, de adultos e crianças que tiveram suas vidas roubadas prematuramente.

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AMU +EdC = trabalho + reciprocidade

 2015: um ano para recordar. Onze projetos em curso em todo o mundo, para criar e fortalecer 350 postos de trabalho.

por Francesco Tortorella

do Relatório EdC 2014-2015, sobre "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.42 

N42 Pag 04 Tortorella autore rid

Quando a colaboração entre a EdC e AMU(Azione per un mondo unito) se intensificou, dez anos atrás, as "ajudas" fornecidas para as pessoas em necessidade no mundo estavam relacionadas com o acesso a educação e assistência às necessidades básicas (alimento, assistência médica, moradia).
Desde o início, o objetivo principal da colaboração tem sido a de combater a pobreza, visando criar empregos, trabalho digno e estável. Um objetivo ambicioso e complexo que, ao contrário da assistência, exige muita competência humana e profissional para gerenciar os projetos e acompanhar os beneficiários, mesmo em um caminho de protagonismo e reciprocidade.

Desse modo, nos últimos anos, reforçamos as capacidades de projeção de algumas organizações locais inspiradas na EdC. É um trabalho que está dando os seus frutos. Em 2015 foram acompanhados 11 projetos em curso, que estão criando 350 postos de trabalho, com um investimento total de 500.000 euros.

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Somente os sonhos se tornam realidade: anatomia de um empresário EdC

Entrevista com Ramón Cerviño, pioneiro da EdC na Argentina: o seu estilo de vida, as suas empresas

por Carolina Carbonell

do Relatório EdC 2014-2015, sobre a "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.42 

N42 Pag 07 Carolina Carbonell Autore rid

Não temos qualquer dúvida que Ramón Cerviño é ponto de referência indiscutível para a Economia de Comunhão na América Latina. Argentino, marido de Quela e pai de cinco rapazes (dos quais um está no céu), avô de cinco netos, filósofo e empresário no setor da saúde, está trabalhando na administração de obras sociais, ocupando-se da gestão dos
serviços médicos para todos os afiliados. Em um âmbito totalmente diferente, é sócio da cadeia de restaurantes Sushi Soul. Vive em Córdoba, mas nasceu em Tucumán. Ramon foi um dos pioneiros da EdC.

Como trasmitir a essência da EdC?

Para transmitir a essência, eu acho que é suficiente dizer que a EdC não é uma ideia (é também uma ideia), não é uma escola de pensamento econômico (mas também é), não é... É um estilo de vida que exprime o carisma da unidade nas realidades da economia e do trabalho.

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811 empresas EdC: um balanço

do Relatório EdC 2014-2015, sobre "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.42 

N42 Pag 07 Azienda ItaliaOs 500 empresários que no início dos anos noventa aderiram ao convite de Chiara para criar empresas de comunhão, hoje, depois de vinte e cinco anos, em sua maioria estão próximo da  aposentadoria, e então as suas empresas, que têm navegado pelos mares agitados, com o início da crise mundial há sete anos atrás, são agora, em muitos casos, geridas por seus filhos, com objetivos e visões empresariais e pessoais que devem ser respeitadas.

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A destinação dos lucros compartilhados

Apesar da crise mundial, os lucros das empresas de EdC destinados aos pobres e a formação de homens novos aumentaram 28%

por Gian Maria Bidone

do Relatório EdC 2014-2015, sobre "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.42 

N42 Pag 08 Gian Maria Bidone autore

Os lucros compartilhados pelas empresas em 2015 totalizaram €1.613.345, dos quais €1.169.640 destinados à Economia de Comunhão e €443.705 sob a forma de prestações ou ajudas aos pobres, formação dentro da empresa ou no território de abrangência. Os lucros destinados a EdC aumentaram em 28% em relação o ano anterior.

Além disso os empresários associados da associação italiana AIPEC enviaram à AMU, para novos projetos do exercício 2015-2016, a quantia de €115.000 euros, um valor 25% superior ao que haviam compartilhado no ano anterior.

Aos pobres tem-se destinado 50% dos lucros das empresas e toda a contribuição daqueles que participam do projeto sem serem empresários, em torno de €404.943 neste ano. Os recursos disponíveis para ajuda de emergência e projetos para os pobres já atingiram €989.763 neste exercício.

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Uma empresa não basta: a promessa de Nairobi

Empresários experientes apoiam os jovens para favorecer o surgimento de novas empresas no continente africano. Clima de festa e colaboração interempresarial

por Trees Verhegge

do Relatório EdC 2014-2015, sobre "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.42 

N42 Pag 10 Trees Verhegge autore rid

Durante o congresso EdC 2015 em Nairobi muitos empresários presentes, incluindo Koen e sua esposa Lieve, tiveram a oportunidade de reunir-se com jovens africanos participantes da escola que precedeu o congresso. Após viagens de vários dias, esses jovens chegaram com o desejo de realizar seus sonhos empresariais e se alegraram em ver como as sementes de uma nova economia florescem exuberantes, se plantadas em solo pouco poluído pelos efeitos colaterais da economia liberal.

Koen conseguira ler os sonhos dos jovens aspirantes a empresários, escritos em notas adesivas sobre uma placa. Como outros "empresários experientes", acrescentou àquelas folhas seu próprio cartão de visita, oferecendo-se para ajudar na implementação dos projetos.

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Escola Internacional de Verão 2015

Onde nascem os novos empresários de EdCpor Antonella Ferrucci

do Relatório EdC 2014-2015, sobre "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.42 

N42 Pag. 12 Antonella ferrucci autoreHá alguns anos, como uma parte fundamental do "projeto jovens" EdC, são realizadas pelo mundo Escolas Internacionais de EdC. Embora diferentes entre si, as escolas se revelam inevitavelmente como um lugar onde nascem novas e verdadeiras vocações para a economia de comunhão e novos empresários de EdC. Serão os lugares que as acolhem(as Mariápolis do Movimento dos Focolares) ou o cuidado com que elas são projetados e feitas? O fato é que elas  criam um ambiente único que deixa nos jovens, quando voltam para casa, a vontade de viver para algo grande e a certeza de não estarem sozinhos sonhando com um mundo diferente. As faces dos jovens participantes que você vê nesta página confirmam isso. Sobre a Escola de EdC realizada em Nairobi em maio passado, já escrevemos na edição anterior do informativo EdC (julho de 2015). Agora, gostaríamos de dizer algo sobre as escolas de verão.

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Negociar o talento da comunhão

Empresários e trabalhadores têm oferecido tempo, experiência profissional e recursos para criar novas empresas. É uma primeira resposta aos apelos do Papa Francisco para uma economia que não esqueça os pobres

por Alberto Ferrucci

Do Relatório EdC 2014-2015, sobre a "Economia de Comunhão - uma nova cultura" nº 41 Suplemento publicado com a 'Città Nuova' nº 2 - 2016 - fevereiro 2016

Pag 10 Censimento Alberto FerrucciAl Gore, o Prêmio Nobel da Paz, no livro O Futuro: Seis Motores da Mudança Global descreve o "equilíbrio do poder", que se baseia em pequenos grupos de pessoas em posições estratégicas em grandes empresas, nos bancos, nas universidades, nos tribunais e na alta burocracia, que não foram eleitos pelo povo, que influenciam a política e a economia. Eles fazem isso travando toda e qualquer nova proposta indesejável da política, servindo-se daqueles que, nas sociedades de advogados, escrevem os textos das leis, daqueles que elaboram os regulamentos a aplicar e de todos os que, em tribunal, interpretam as leis em vigor, com o objectivo de proteger os equilíbrios de poder e os privilégios da riqueza. Um dos resultados é o contínuo escândalo das barracas ao redor dos arranha-céus, que no Brasil levou Chiara Lubich a lançar a Economia de Comunhão.

Quando os desequilíbrios aumentam, como nos últimos anos, as dificuldades vêm ao de cima. Quem está desesperado revolta-se como sabe e pode, alguns enfiando-se em barcaças para chegar até aos seus parentes expatriados, outros confiando em agitadores políticos ou nas fantasias dos pregadores. Daí resulta o reacender no mundo uma série de conflitos sangrentos seguidos de um imenso sofrimento, que o Papa Francisco definiu como uma "Terceira Guerra Mundial, disputada em fragmentos".

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Um grande projeto para os 25 anos: a rede mundial de incubadoras EdC

A força dos jovens e as competências de nossos empresários

por Anouk Grevin

do Relatório EdC 2014-2015, sobre "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.42 

N42 Pag 13 Anouk Grevin AutoreA ideia partiu dos jovens. Durante a última Escola Internacional de Verão (somente nos últimos dois anos fizemos cinco), ficámos impressionados com a força dos jovens que querem criar empresas de EdC, alguns projetos são bem estruturados e estudados, outros são ainda ideias, e que não foram desenvolvidas com precisão. Era óbvio que tínhamos que acompanhá-los e apoiá-los. Mas como?Quando nos reunimos com a Comissão Internacional, em fevereiro do ano passado, parecia-nos necessário colocar em prática as competências dos nossos empresários em todo o mundo. Mas talvez também precisávamos de alguma estrutura para coordenar as iniciativas... Propusemos duas primeiras etapas, lançadas em Nairobi.

O primeiro é o projeto François Neveux (ou Operação Um por Um na América Latina), para ligar jovens criadores de projetos com empresários da primeira geração. Lembramos os momentos muito fortes em Nairobi ou no final da escola do Brasil quando os empresários presentes comprometeram-se a acolher os "sonhos" dos jovens e acompanhá-los como irmãos mais velhos. 

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Os próximo três anos da AIPEC- Associação Italiana por uma Economia de Comunhão

Por uma EdC atenta aos projetos aos “últimos”

por Mauro Ventura

do Relatório de EdC 2014-2015, sobre "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.42 

N42 Pag 14 Mauro Ventura autore rid

"A AIPEC é uma bela realidade e eu gostaria que ela se difundisse. Eu decidi me associar para juntos construirmos uma economia baseada nos valores do respeito, da ajuda, da troca de energias, onde o dinheiro fosse apenas um meio e não um fim, uma forma de estarmos todos melhores." Assim escreve Francesca, advogada de Turim, 40 anos, que se comprometeu com a defesa dos direitos dos mais fracos, após ter conhecido a Associação Italiana. Ela não hesitou em cadastrar-se: após ter lido o Estatuto e o Código de Ética presentes no site www.aipec.it, ali ela aprofundou seus conhecimentos na realidade da Economia de Comunhão, e enfim aderiu com entusiasmo.

Como ela outros 200 empresários, profissionais liberais, estudantes, aposentados, trabalhadores, donas de casa e pessoas em busca de emprego estão associadas a AIPEC. Muitos foram aqueles que participaram de um dos 80 eventos organizados nos três primeiros anos, que redescobriram valores neles mesmos já existentes e, talvez, adormecidos: "Meu coração se enche de esperança ao conhecer uma realidade livre do egoísmo tacanho, da paixão por possuir e ao invés animada por consideração pelo "outro", pelo espírito de serviço para fazer o bem comum".

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A EdC na história do presente

Empresários e trabalhadores têm oferecido tempo, experiência profissional e recursos para criar novas empresas. É uma primeira resposta aos apelos do Papa Francisco para uma economia que não esqueça os pobres

por Alberto Ferrucci

Do Relatório EdC 2013-2014, sobre a "Economia de Comunhão - uma nova cultura" nº 40 Suplemento publicado com a 'Città Nuova' nº 1/2 - 2015 - janeiro 2015

Pag 10 Censimento Alberto FerrucciAl Gore, o Prêmio Nobel da Paz, no livro O Futuro: Seis Motores da Mudança Global descreve o "equilíbrio do poder", que se baseia em pequenos grupos de pessoas em posições estratégicas em grandes empresas, nos bancos, nas universidades, nos tribunais e na alta burocracia, que não foram eleitos pelo povo, que influenciam a política e a economia. Eles fazem isso travando toda e qualquer nova proposta indesejável da política, servindo-se daqueles que, nas sociedades de advogados, escrevem os textos das leis, daqueles que elaboram os regulamentos a aplicar e de todos os que, em tribunal, interpretam as leis em vigor, com o objectivo de proteger os equilíbrios de poder e os privilégios da riqueza. Um dos resultados é o contínuo escândalo das barracas ao redor dos arranha-céus, que no Brasil levou Chiara Lubich a lançar a Economia de Comunhão.

Quando os desequilíbrios aumentam, como nos últimos anos, as dificuldades vêm ao de cima. Quem está desesperado revolta-se como sabe e pode, alguns enfiando-se em barcaças para chegar até aos seus parentes expatriados, outros confiando em agitadores políticos ou nas fantasias dos pregadores. Daí resulta o reacender no mundo uma série de conflitos sangrentos seguidos de um imenso sofrimento, que o Papa Francisco definiu como uma "Terceira Guerra Mundial, disputada em fragmentos".

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Cidade Nova e EdC

pessoas edc003A revista Cidade Nova tem agora uma página dedicada à Economia de Comunhão, com relatos de pessoas envolvidas com o projeto.

Artigos já publicados:

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A Aurora de uma nova cultura
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Binari_rid_modA Economia de Comunhão propõe às organizações produtivas que fazem própria a sua mensagem e a sua cultura, as “Linhas para a gestão de uma empresa”, escritas à luz da vida e da reflexão de milhares de empresários e trabalhadores...
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