alberto-ferrucci.jpgAlberto Ferrucci

Diretor Responsável do Noticiário Economia de Comunhão. Uma Nova cultura 

 

Podem encontrar aqui alguns dos meus artigos publicados na revista Città Nuova

A guerra especulativa sobre o preço do petróleo

O impasse entre a Arábia Saudita e os Estados Unidos sobre a produção de petróleo provocou uma redução do preço de venda. Quais são as consequências? O que pode acontecer no futuro?

por Alberto Ferrucci

publicado em: Città Nuova em 3/02/2016

Speculazione Petrolio ridNós vivemos como nos romances em que os capítulos tratam uma assunto por vez até parecem não ter nada em comum, mas depois caminham para uma única história. Todos os dias os meios de comunicação nos mostram temas diferentes: bancos, terrorismo, refugiados, o papa, os desempregados, Europa, máfias, China, Rússia, Turquia, Daesh, Síria, Líbia, o clima, tufões, poluição, seca, mas tudo acaba por construir o nosso futuro.

Leia mais...

A inclusão social dos pobres (186-192)

Do número especial de Città Nuova com o comentário aos vários capítulos da Exortação Apostólica do Papa Francisco Evangelii Gaudium, Alberto Ferrucci comenta os artigos 186-192

por Alberto Ferrucci

publicado em: Città Nuova de 24/12/2013

Poverta Atene rid«Como se pode afirmar que se ama Deus que não se vê se O não se reconhece no irmão em dificuldade que nos passa ao lado?», pergunta-se o Papa Francisco.

«Ficar surdo a este clamor, quando nós somos os instrumentos de Deus para ouvir o pobre, coloca-nos fora da vontade do Pai e do seu projeto». Esse pobre «clamaria ao Senhor contra ti» e, recorda terrivelmente o Sirac 4,6, «Se te amaldiçoa na amargura da sua alma, Aquele que o criou ouvirá a sua oração».

Leia mais...

O bilhete/A carteira de identidade dos cristãos

Espiritualidade e Economia 

O bilhete/A carteira de identidade dos cristãos

Comentário à Palavra de Vida de Janeiro de 2011: «A multidão dos que haviam abraçado a fé tinha um só coração e uma só alma. Ninguém chamava seu ao que lhe pertencia, mas entre eles tudo era comum» (At 4,32).

por Alberto Ferrucci

publicado em Città Nuova nº. 24/2010

Mariannita_ZanzucchiA “magia” do “um só coração” entre seres humanos, todos diferentes um do outro, é um privilégio raro, a antecipação de uma vida que não é deste mundo, a herança da Incarnação. Antes de ser posto na cruz Jesus deixou a fórmula para a produzir: «Amai-vos uns aos outros como eu vos amei», prontos a dar a vida pelos amigos: - o Mandamento novo. 

 

Leia mais...

Como um imposto sobre o ar que se respira

 Investir no trabalho e não nos subsídios

Como um imposto sobre o ar que se respira

por Alberto Ferrucci
Publicado em Città nuova.it em 23/01/2010

O primeiro artigo da Constituição reza que «a Itália é uma República democrática, fundada sobre o trabalho»: os pais da Constituição, na fase de elaboração do texto, poderiam tê-la fundado sobre a solidariedade, a fraternidade, a liberdade ou a igualdade, mas evidentemente as suas culturas encontraram um significativo momento unificante que permanece como uma preciosa herança, pensando em todos aqueles que deram a vida por esse resultado, o valor do “trabalho”.

"Não quero subsídios, quero trabalho": palavras que ouvimos hoje da boca de pais de família, jovens licenciados, trabalhadores independentes e até de empresários. Antes da entrada económica é uma exigência fundamental da natureza humana ser capaz de prover ao sustento de si mesmos e dos outros com um trabalho.

Leia mais...

Bancos e privilégios indevidos

Bancos e privilégios indevidos

por Alberto Ferrucci
publicado em Città Nuova Nº 23/2009

Em 1933, após a experiência da crise de 1929, os Estados Unidos criaram o Glass Steagall Act que impunha uma nítida distinção entre as actividades dos bancos comerciais, que geriam as poupanças, e os bancos de investimento que recolhiam, mediante os seus títulos, os capitais para as grandes operações financeiras, com lucros e riscos mais elevados. Uma lei em vigor por 66 anos, até que em 1999 veio a ser abolida por um Parlamento republicano e um presidente democrático, para tornar a economia mais liberal.

Leia mais...

Investir na humanidade

 

Investir na humanidade

por Alberto Ferrucci
publicado na revista Città Nuova Nº.17/2009

Constrangido entre os limites do euro e a promessa de “não pôr as mãos nos bolsos dos italianos”, o nosso governo quer recuperar alguns milhares de milhões com uma oferta de 5% sobre a recuperação dos capitais exportados ilegalmente. Oferece um salvo-conduto àqueles que exportaram os ganhos para evitar pagar à comunidade, que lhes tornou possíveis esses ganhos, os impostos devidos, traindo-a. Já antes falámos disto.

Se este provimento confirma que infelizmente na Itália, mais uma vez, os espertos conseguem escapar, que contributo positivo podem dar aqueles que não querem armar-se em espertos, por não quererem trair o seu País? Que pode fazer essa sociedade civil, que a recente carta encíclica “Caritas in veritate” coloca em evidência, e em particular, que contributo pode dar quem não foi atingido pela crise, porque porventura têm bons empregos, ordenados, pensões ou poupanças?

Leia mais...

Economia, quais incentivos?

Editoriais

Economia, quais incentivos?

por Alberto Ferrucci
publicado  na revista Città Nuova Nº. 11/2009

O mundo inteiro indignou-se pelos fabulosos prémios de produção entregues aos 70 dirigentes a fim de que não abandonassem a sociedade de seguros Aig, na qual, para evitar que fosse à falência fora necessário investir dezenas de milhões de dólares dos contribuintes.

Mesmo que dispensá-los fosse a justa recompensa, é lógico que quem tem dirigentes competentes procura mantê-los e quem os não tem procura atraí-los: mas com quais incentivos? Atualmente estão na moda os stock options, (ações da empresa que são oferecidas a um preço reduzido) um incentivo tanto maior quanto, com muitos lucros, se conseguirá fazer crescer o seu valor na bolsa.

Leia mais...

A corrida da economia

Perspectivas

A corrida da economia

por Alberto Ferrucci
publicado na Città Nuova Nº. 09/2009

Aplicar impostos às operações especulativas, restabelecer normas e verificar a sua aplicação, manter a inflação sob controlo para proteger a classe média baixa.

No filme thriller SPEED a motorista de um autocarro cheio de pessoas foi obrigada a manter a velocidade, qualquer que fosse o obstáculo a superar, porque um terrorista tinha lá escondido uma bomba que explodiria logo que abrandasse. A motorista, por isso, para ganhar o tempo necessário para encontrar uma saída e devendo continuar a correr sem medo, tinha como primeiro objetivo o de encontrar uma estrada sem qualquer obstáculo.

Leia mais...

O elefante na sala

Entendendo a crise/3

O elefante na sala

de Alberto Ferrucci
publicado naCittà Nuova Nº. 06/2009

A crise não dá trégua, e os 780 mil milhões de dólares de Obama para a economia americana não fizeram qualquer diferença: durante a reunião do G7, em Roma, o governador Mario Draghi fez a proposta mais concreta: que os bancos tornem públicos os títulos tóxicos em sua posse, de modo a isolá-los do resto das actividades; assim será retomado aquele fluxo de dinheiro entre bancos que agora está bloqueado por suspeita mútua, e que é necessária para actividades produtivas.

Leia mais...

A finança "inovadora"

 

Entendendo a crise/2

A finança "inovadora"

deAlberto Ferrucci
publicado na Città Nuova Nº. 4/2009link.gif

Fala-se tanto de ‘subprime’ e títulos derivados, de ‘rating’ e de ‘default’. O que é que está por detrás destes termos? Porque é que rebentou esta bolha especulativa?

Desde o início da era informática e das telecomunicações e com a liberalização do movimento de capitais, a actividade dos Bancos de negócios tornou-se frenética, até porque alguns prémios Nobel inventaram algoritmos estatísticos capazes, dizem eles, de prever a alteração dos preços e calcular o risco financeiro das operações projectadas no futuro.

Leia mais...

Dar coragem para agir

 

Dar coragem para agir

por Alberto Ferrucci 
publicado na Città nuova nº.14/2009

Sobrecarregada pela enorme dívida pública, a Itália tem que caminhar sobre o fio da navalha: o Tesouro vê reduzirem-se as receitas fiscais e não podendo cunhar moeda, porque agora a moeda, isto é, o euro, é comum a outros (países), procura reduzir os gastos, de modo a evitar a emissão de futuras quantidades de obrigações do Estado.

Títulos que só se venderiam com juros superiores, porque menos confiáveis do que as de outros grandes Países europeus. Assim, essa futura dívida desencadearia ainda mais uma espiral que poderia fazer-nos perder a protecção do euro, a moeda que nos salvou de um desastre financeiro.

Leia mais...

Siga-nos:

facebook twitter vimeo icon youtubeicon flickr

EoC-IIN

Logo Eoc iin 01 rid rid

International Incubating Network

leia mais...

Relatório EdC 2016

Cover Edc44 EN modUm ano de vida EdC, estratégias e perspectivas para o futuro. 

 Ir para a versão online

ANPECOM: o site!

Aderir a EdC

EoC Companies crop banner rid modCadastre a sua empresa no novo site exclusivo: edc-info.org

Descubra mais...

Cidade Nova e EdC

pessoas edc003A revista Cidade Nova tem agora uma página dedicada à Economia de Comunhão, com relatos de pessoas envolvidas com o projeto.

Artigos já publicados:

Escola interamericana reunirá jovens empreendedores - 10/2015
A Aurora de uma nova cultura
- 09/2015
Comunhão e a crise grega - 08/2015
John Nash e a EdC
- 07/2015
Dado empresarial e a prática dos valores da empresa
- 06/2015
Nairóbi, capital de uma nova economia
- 05/2015
EdC e a qualidade do produto
- 04/2015
O lucro não monetário
 - 03/2015
Confiança e análise de risco - 02/2015
Economia e humanismo - 01/2015

O dado das empresas

Logo cube IT 150

A nova revolução para a pequena empresa.
Dobre! Jogue! Leia! Viva! Compartilhe! Experimente!

O dado das empresas agora também em português!

A economia da partilha

Chiara_Lubich_1Chiara Lubich

«Ao contrário da economia consumista,
baseada numa cultura do ter,
a economia de comunhão é
economia da partilha...

Leia mais...

Este site utiliza cookies, também de terceiros, para oferecer maiores vantagens de navegação. Fechando este banner você concorda com as nossas condições para o uso dos cookies.